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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Gramado - Penúltimo/Último Dia

Por Marina e Débora
Oi, gente! Chegamos no penúltimo dia da viagem. Não tínhamos NADA programado. No nosso roteiro havia apenas: conhecer a Ariane (pra quem não sabe, é uma amiga minha - Marina aqui - de Caxias do Sul, que veio pra Gramado conhecer a gente). Quem já conheceu amigo virtual sabe o quão bacana é, né? Pois bem.
Fomos cedinho pro Centro de Gramado encontrar com ela e o namorado, que por sinal é um querido também. De lá pegamos um bus em direção a Canela, nossa intenção era almoçar e fazer um passeio por lá (já que não tínhamos conhecido muita coisa de lá ainda), e foi exatamento isso que fizemos.
Depois do almoço fomos para o Parque do Caracol. Gente, que lugar LINDO! Sério. Lá tem uma cachoeira LINDÍSSIMA! E ainda encontramos dezenas de quatis correndo no meio do parques. Fofos demais!
Quer mais? Ok, temos mais: você pode descer e ver essa beleza toda de PERTINHO. Sim, isso mesmo. Agora a parte dolorosa, literalmente, pra chegar lá você precisa descer mais de 700 degrais, altura equivalente a um prédio de 44 andares. Tem ideia? Agora, claro que vale a pena quando chegamos lá embaixo e sentimos os respingos de uma maravilha dessas.
E não poderíamos deixar de citar a parte mais fofa do dia, quando o Vinícius (namorado da Ariane) se ajoelhou diante dela, após tantos degraus e cara a cara com uma cachoeira dessas, e a entregou um anel. Preciso dizer que meus olhos se encheram de lágrimas? Não, né? Obrigada.
Depois nos despedimos, bua. Voltamos para o hotel mortas de frio, por conta da serração que baixou, nos trocamos e fomos assistir ao maior espetáculos que já vimos na vida: Korvatunturi, a origem do Natal. 
A entrada custou 54,00 reais e pense num dinheiro muito bem gasto. Conta toda a história do Papai Noel e preza por amor, alegria, união... Coisas que podem fazer do mundo um lugar bem melhor.  Uma superprodução que nos deixou assim sem palavras.
Depois fomos nos despedir do "Centro Europeu", já que no outro dia cedinho estamos voltando pra Porto Alegre e em seguida Fortaleza. Porque né, é a lei da vida: tudo que é bom dura pouco. Nosso tempo em terras gaúchas estava se esgotando.
Espero que tenham gostado. Foi ótimo poder compartilhar com vocês cada pedacinho dessa nossa aventura cheia de aprendizado e descobertas. 
Críticas? Sugestões? Perguntas? Por favor, sintam-se à vontade!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Gramado - Quarto dia

Por Débora e Marina
Oi, meus amores! A viagem está chegando ao fim, então hoje resolvemos curtir o que faltava da cidade. Acordamos cedinho e resolvemos economizar táxi, fomos andando até a Aldeia do Papai Noel. Ontem fizemos as contas e notamos que gastamos MUITO indo de um lugar para outro em uma cidade 7km. Então fomos andar de P2 mesmo.
O lugar é gigantesco e super agradável. "Perdemos" a manhã inteira lá e aproveitamos cada espacinho. São cerca de 35 locais temáticos, detalhados minuciosamente. A fábrica, a loja dos ursos, o carrossel, o caderno de pedidos, as trilhas, os animais, as pessoas... Tudo é maravilhoso. E a entrada custa apenas 18,00 reais por pessoa.
 
Existem mini casinhas, igrejas, espalhadas pelo campo. Tudo uma fofura. Lógico que aproveitamos cada coisinha, haha. Cada cantinho era encantado, parece exagero falando assim, mas lá não tinha tempo ruim. O passeio demorou bastante, mas cada novo local, nos surpreendia mais e mais.
 
Carinho é sempre bom e todo mundo gosta, não é verdade? Durante todo o trajeto, se via plaquinhas falando sobre o bem que um abraço faz. Eu e Mari não perdemos tempo, haha. Não dá pra negar, criamos (quero dizer, todas nós do sofá) um amor imenso por cada uma e essas oportunidades servem pra intensificar esse sentimento.
A casa do bom velhinho é linda! O que nos deixou bad foi esse papai noel meio sem graça. Queríamos um mais pomposo, sabe? Mas a casa dele compensou a má impressão. Haha. Ela tem dois andares, quarto, cozinha, quarto dos brinquedos, suíte, dispensa, sala de vinhos... TUDO. Tá mais rico que a gente.
Quando chegamos no mirante, nos sentimos ainda mais na Europa. Nem era tão alto assim, mas a vista era espetacular! Ficamos uns 15 minutos admirando. As vezes fica meio difícil acreditar que estamos mesmo no Brasil, é.
 
Na saída encontramos esses corrimões cheios de pedido pro Papai Noel. Vocês não tem ideia de quantos pedacinhos de madeira haviam ali dentro. Mesmo os que não acreditam no Noel, desejam e acreditam que seus sonhos vão se tornar realidade. Nós também pensamos assim.
 
 
Que tantos animais são esses, meu povo? Olha o Bethoven! Mentira. Haha. O nome dessa lindona é Neve, quase não fomos embora por conta dela, muito amor. Porém, o ápice foi chegar pertinho das Renas, dar comida e ainda receber lambida no nariz, nhom.
Depois da Aldeia, descemos pro Centro para o almoço. Rodamos mais um pouco, fomos ao banco (alô dinheiro, cade você?) e depois partimos pro Lago Negro. Essa parada era tipo OBRIGATÓRIA, e quando vimos o tamanho daquele lugar, entendemos o porquê de ser um ponto turístico certeiro.
 
 
 
 
Andamos de pedalinho (20 minutos por 20,00 reais, o que dividido pra dois, fica de boa). A caravela além de ser um pouco cara, é mais pesada pra ficar pedalando. Sério gente, olha essa vista! Chegou uma hora que ficamos só aproveitando, a natureza faz um papel incrível mesmo. 
Entramos no táxi sem rumo e pedimos pra ele parar no Museu do Perfume. A entrada era gratuita e explicava um pouco sobre o processo de criação de cada essência. Gente, dá um trabalho danado. Conhecemos o tal do perfume sólido, vocês já tinham ouvido falar? Super prático.
 
Pertinho do nosso hotel, encontramos essa raridade. Uma lojinha cheia de bugigangas super baratas. Pra quem pretende levar além de chocolate pros amigos, sabe? Lá tem blusa, chaveiro, boné... Muita coisa legal. Vale a pena, porque no Centro as MESMAS coisas estavam tipo, o dobro. Então é bom pesquisar bem antes de comprar. E é isso. Amanhã tem mais!
 

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